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Talvez seja o amor Quando neste exato momento quero esquecer tudo ... Tudo o que um dia vivi ao seu lado, tudo que contruímos Mas a verdade é que tenho medo de ser seu de voltar a sorrir e ser tão feliz para ser apenas mais um sonho Porque antes mesmo de estarmos juntos a via como meu amor Dói a perda, a falta de dias, pessoas que não podem substituir, minha fala repete suas frases e em minhas ações a vejo Sinto seu sorriso tão límpido a me olhar como da primeira vez e sua voz a me guiar quando eu quero desistir porque você foi meu ombro amigo nos momentos de fraqueza e a pessoa mais fabulosa que me ensinou que a vida é luta.
Escrito por Legionário às 09h51
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Os Barcos by Renato Russo Você diz que tudo terminou Você não quer mais o meu querer Estamos medindo forças desiguais Qualquer um pode ver Que só terminou pra você
São só palavras teço ensaio e cena A cada ato enceno a indiferença Do que é amor ficou o seu retrato A peça que interpreto,um improviso insensato Essa saudade eu sei de cor Sei o caminho dos barcos
E há muito estou alheio e quem me entende Recebe o resto exato e tão pequeno É dor,se há,tentava,já não tento E ao transformar em dor o que é vaidade E ao ter amor,se este é só orgulho Eu faço da mentira,liberdade E de qualquer lugar,faço cidade E insisto que é virtude o que é entulho Baldio é o meu terreno e meu alarde Eu vejo você se apaixonando outra vez Eu fico com a saudade e você com outro alguém
E você diz que tudo terminou Mas qualquer um pode ver Só terminou pra você Só terminou pra você
Escrito por Legionário às 14h04
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A noite vai longa debruada pela escuridão mas não consigo adormecer... Como posso esquecer um amor tão forte que até me arranca poemas a sangue frio do peito conduzindo os meus dedos solitários pelo papel mesmo com a luz apagada?
Então, escrevo versos no escuro e engano as sombras do meu quarto desenhando o teu corpo iluminado nas paredes com os olhos marejados de desejo.
Depois segredo com a boca na almofada quase num silêncio sepulcral sem que me ouças que ainda te amo e o meu corpo grita-lhe ao ouvido que inveja os lençóis deitados na tua cama.
E a noite persiste na minha alma...
Escrito por Legionário às 14h03
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Tempo Descuidado "POEMA DO DIA" Sempre que acho um tempo distraído Me transborda um sentimento Fujo? ou esqueço? Será assim a prenunciada Mentira? Na clareza da manhã Na sombra espessa da noite O encontro claro Agarrado A desfalecida verdade
Será que o Mar me ilude? Na tonta ilusão de sentir braços esfolados Contraídos no momento estendidos no desesperado futuro
Encontro passos! entre silêncios Uma voz no meio De mim, me acorda Nas horas severas No calmo tempo presente! Agarrado a uma entretida saudade
Escrito por Legionário às 14h02
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Vidas Nenhumas
Não ser o que poucos me acham Faz-me bem. Mas sinto-me muito melhor Em não ser o que quase todos me sentem. Sou pior que a minoria, Muito melhor do que a maioria absoluta! Falo disso como quem fala Do derby da semana passada. Não gosto nem de derbys Nem da semana que se me passou. Sou um espectador de vidas, Minhas e outras, Vidas nenhumas. Apenas observo, constato, Sinto o fisgar no coração E um vazio n'alma ... Não sou meu reflexo Não sou teu espectro. A única coisa que me ocorre, nesse momento, Deita-me serena pela face. Lágrimas espontâneas ...
Escrito por Legionário às 13h54
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Hoje encontrei no caminho uma flor solitária. Tinha um doce aroma a baunilha e nas pétalas uns lábios vermelhos bem pintados.
Olhei para a desgraçada presa no chão empedrado e ela curvou-se na minha direção apoiada numa brisa delicada. Medi-lhe os contornos esticando o olhar até ao seu limite e com o sangue fervendo roubei-lhe o perfume do peito.
Sem pensar ... aproximei-me da sua fragilidade docemente encantadora com as más intenções ocultadas nos dedos cruzados. Então, não resisti e toquei-lhe...
Toquei-lhe para sentir o seu corpo de seda num toque fugaz. Depois espetei os dedos nos seus cabelos de espinhos e bebi-lhe a alma com a boca molhada. Quando a esvaziei por completo ela desnudou a sua inocência só para mim e com as mãos frias estendidas implorou-me que comprasse a rua onde caminha com notas bordadas no vestido.
Escrito por Legionário às 13h53
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Escrever Nem sei porque escrevo Não sei se é por amor, ou por ódio Se é por gostar, ou desgosto Se é por amor aos outros ou a mim próprio Nem sempre batem Sei que faço rimas Que me refletem Que às vezes me animam Por vezes, escrevo por escrever Escrevo por amar Escrevo pra me perder Ou às vezes pra me guiar Escrevo... Assim, como esse que acabas de ler Escrevi por simplesmente não saber o que escrever!!!
Escrito por Legionário às 13h53
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Comédia Romântica
Legião Urbana
Composição: Indisponível
Acho que só agora eu começo a perceber Tudo o que você me disse Pelo menos o que lembro que aprendi com você Está realmente certo. Bem mais certo do que eu queria acreditar Você gosta mesmo de mim Se arriscando a me perder assim Ao me explicar o que eu não quero ouvir.
Ainda não estou pronto pra saber a verdade Ou não estava até uma estação atrás.
Acho que só agora eu começo a ver Que tudo que você me disse É o que você gostaria que tivessem dito pra você
Se o tempo pudesse voltar dessa vez. Sou eu mesmo e serei eu mesmo então E não há nada de errado comigo, não Não, não, não Não preciso de modelos, Não preciso de heróis Eu tenho meus amigos, E quando a vida dói Eu tento me concentrar, N'um caminho fácil Sou eu mesmo e serei eu mesmo então E eu queria que o tempo Pudesse voltar dessa vez
Escrito por Legionário às 10h18
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Legião Urbana
Composição: Raul Sampaio e Benil Santos
A Carta (Erasmo Carlos / Roberto Carlos) Escrevo-te estas mal traçadas linhas meu amor Porque veio a saudade visitar meu coração Espero que desculpes os meus erros por favor Nas frases desta carta que é uma prova de afeição
Talvez tu não a leias mas quem sabe até dará Resposta imediata me chamando de "Meu Bem" Porém o que me importa é confessar-lhe uma vez mais Não sei amar na vida mais ninguém
Tanto tempo faz, que li no teu olhar A vida cor-de-rosa que eu sonhava E guardo a impressão de que já vi passar Um ano sem te ver, um ano sem te amar
Ao me apaixonar por ti não reparei Que tu tivesses só entusiasmo E para terminar, amor assinarei Do sempre, sempre teu...
Tanto tempo faz, que li no teu olhar A vida cor-de-rosa que eu sonhava E guardo a impressão de que já vi passar Um ano sem te ver, um ano sem te amar
Ao me apaixonar por ti não reparei Que tu tivesses só entusiasmo E para terminar, amor assinarei Do sempre, sempre teu...
Escrevo-te estas mal traçadas linhas meu Porque veio a saudade visitar meu coração
Escrevo-te estas mal traçadas linhas Porque veio a saudade visitar meu coração
Escrevo-te estas mal traçadas linhas Espero que desculpes os meus erros por favor Meu amor, meu amor
* Renato Russo faz um dueto com Erasmo Carlos nesta música
Escrito por Legionário às 10h17
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Metal Contra as Nuvens
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá
I
Não sou escravo de ninguém Ninguém senhor do meu domínio Sei o que devo defender E por valor eu tenho E temo o que agora se desfaz
Viajamos sete léguas Por entre abismos e florestas Por Deus nunca me vi tão só é a própria fé o que destrói. Estes são dias desleais.
Sou metal - raio, relâmpago e trovão Sou metal, eu sou o ouro em seu brazão Sou metal: me sobe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar: Quando tudo é traição, O que venho encontrar é a virtude em outras mãos.
Mas minha terra é a terra que é minha E sempre será minha terra Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.
II
Quase acreditei na tua promessa E o que vejo é fome e destruição Perdi a minha sela e a minha espada Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade Existem os tolos e existe o ladrão E há quem se alimente do que é roubo.
Mas vou guardar o meu tesouro Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão
III
É a verdade o que assombra O descaso que condena, A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi E o que não existe mais Tenho os sentidos já dormentes, O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém Sei que devo resistir - Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal - raio, relâmpago e trovão Eu sou metal: eu sou o ouro em seu brazão Eu sou metal: me sobe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar - Tenho ainda coração. Não aprendi a me render: Que caia o inimigo então.
IV
- Tudo passa, tudo passará
E nossa história não estará pelo avesso Assim, sem final feliz. Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver Temos muito ainda por fazer. Não olhe para trás - Apenas começamos.
O mundo começa agora -
Apenas começamos.
Escrito por Legionário às 10h17
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Uma História de Amor!
Nós namoramos seis meses, terminamos por uma incompatibilidade e, por orgulho, nos mantivemos afastados. Há nove meses ela sofreu um acidente de carro, faleceu aos 25 anos. Todas as noites eu digo que a amo, e repito todas as manhãs, na esperança de que em algum lugar ela ouça, mas sei que não é suficiente. Hoje eu sei que devia ter ido atrás dela, telefonado dizendo que ela era a luz de minha vida, mandado flores, bombons, cartões, ter pendurado uma faixa na porta da casa dela, pichado o muro com o nome dela, fazer de tudo para demonstrar meu verdadeiro amor, mas eu não fiz. Os meus "amigos" diziam, seja homem, não se humilhe para ela. Não é preciso ser "homem" para ser orgulhoso, pois isso não requer força, é preciso ser "homem" para ser humilde, isso sim é difícil. Ela me amou, morreu me amando e sei disso. Eu a fiz chorar muitas vezes e tenho vontade de me bater qdo penso nisso. Queria poder reverter cada lágrima dela num momento de alegria, mas, já não posso fazer isso. Eu penso nos filhos que poderíamos ter tido, na velhice juntos, com a qual eu nunca deixei de sonhar, no filme romântico que ela queria ver e eu achava bobagem, nos momentos que eu desperdicei estando longe dela. Eu me enganei, achei que ela sempre estaria ali, me esperando, mas, ela não esperou. Eu hoje procuro a paz de muitas formas, religião, já passei por todas, psicólogos, ioga, e esportes, de nada adianta. Uma vez fui visitar uma cidadezinha chamada Lorena, fiquei num sítio com amigos. Numa noite, na beira da fogueira, qdo se contam "causos", eu contei minha história, havia umas 15 pessoas, todos jovens, só um senhor bem de idade, todos se emocionaram, menos ele, eu achei que nem estava prestando atenção, parecia ser um homem muito simples, achei que fosse incapaz de entender o que eu estava dizendo. Eu terminei minha história dizendo que o pior de tudo era saber que não havia nada a fazer. Alguns se levantaram, e eu fiquei lá, até o fogo acabar, todos foram embora, menos o senhor, ele ficou lá comigo e me disse que ainda havia o que fazer, contar minha história, a tantas pessoas qto conseguisse, ser chato, insistente, tentar fazer com que entendessem e não errassem como eu errei. Desde então, eu envio a minha história por e-mail e peço que as pessoas repassem para tantas pessoas qto conheçam. Se vc não der importância p/ esse e-mail , pode errar como eu errei e perder o amor de sua vida, como eu perdi. Se você ama alguém, telefone e diga, escreva uma carta, faça uma serenata, mande um cartão, mande um e-mail, com três palavras: EU AMO VOCÊ. Pouco importa que ela ou ele estejam com outro, pouco importa que vc esteja com outra, o amor só acontece uma vez, e, se vc tem a opção que eu não tenho, não a deixe passar."
Escrito por Legionário às 09h48
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Viver não dói
Viver não Dói
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional. Carlos Drummond de Andrade
Escrito por Legionário às 13h36
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Uma linda canção do CD "A Tempestade"
Uma linda canção do CD "A Tempestade"
Mil Pedaços
Eu não me perdi e mesmo assim você me abandonou
Você quis partir e agora estou sozinho
Mas vou me acostumar com o silêncio em casa com um prato só na mesa
Eu não me perdi o Sândalo perfuma o machado que feriu
Adeus adeus adeus meu grande amor
E tanto faz de tudo o que ficou guardo um retrato teu
E a saudade mais bonita
Eu não me perdi e mesmo assim ninguém te perdoou
Pobre coração - quando o teu estava comigo era tão bom.
Não sei por quê acontece assim e é sem querer
O que não era pra ser: Vou fugir dessa dor.
Meu amor, se quiseres voltar - volta não
Porque me quebraste em mil pedaços.
Escrito por Legionário às 15h00
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Renato Russo - Clarisse
Renato Russo - Clarisse |
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ESTOU CANSADO DE SER VILIPENDIADO.INCOMPREENDIDO E DESCARTADO QUEM DIZ QUE ME ENTENDE NUNCA QUIS SABER AQUELE MENINO FOI INTERNADO NUMA CLÍNICA DIZEM QUE POR FALTA DE ATENÇÃO DOS AMIGOS,DAS LEMBRANÇAS DOS SONHOS QUE SE CONFIGURAM TRISTES E INERTES COMO UMA AMPULHETA IMÓVEL,NÃO SE MEXE,NÃO SE MOVE.NÃO TRABALHA E CLARISSE ESTÁ TRANCADA NO BANHEIRO E FAZ MARCAS NO SEU CORPO COM SEU PEQUENO CANIVETE DEITADA NO CANTO,SEUS TORNOZELOS SANGRAM E A DOR É MENOR DO QUE PARECE QUANDO ELA SE CORTA ELA SE ESQUECE QUE É IMPOSSÍVEL TER DA VIDA CALMA E FORÇA VIVER EM DOR,O QUE NINGUÉM ENTENDE TENTAR SER FORTE A TODO E CADA AMANHECER UMA DE SUAS AMIGAS JÁ SE FOI QUANDO MAIS UMA OCORRÊNCIA POLICIAL NINGUÉM ENTENDE,NÃO ME OLHE ASSIM COM ESTE SEMBLANTE DE BOM SAMARITANO CUMPRINDO O SEU DEVER,COMO SE EU FOSSE DOENTE COMO SE TODA ESSA DOR FOSSE DIFERENTE,OU INEXISTENTE NADA EXISTE PRA MIM,NÃO TENTE VOCÊ NÃO SABE E NÃO ENTENDE E QUANDO OS ANTIDEPRESSIVOS E OS CALMANTES NÃO FAZEM MAISEFEITO CLARISSE SABE QUE A LOUCURA ESTÁ PRESENTE E SENTE A ESSÊNCIA ESTRANHA DO QUE É A MORTE MAS ESSE VAZIO ELA CONHECE MUITO BEM DE QUANDO EM QUANDO É UM NOVO TRATAMENTO MAS O MUNDO CONTINUA SEMPRE O MESMO O MEDO DE VOLTAR PRA CASA À NOITE OS HOMENS QUE SE ESFREGAM NOJENTOS NO CAMINHO DE IDA E VOLTA DA ESCOLA A FALTA DE ESPERANÇA É O TORMENTO DE SABER QUE NADA É JUSTO E POUCO É CERTO E QUE ESTAMOS DESTRUINDO O FUTURO E QUE A MALDADE ANDA SEMPRE AQUI POR PERTO A VIOLÊNCIA E A INJUSTIÇA QUE EXISTE CONTRA TODAS AS MENINAS E MULHERES UM MUNDO ONDE A VERDADE É O AVESSO E A ALEGRIA JÁ NÃO TEM MAIS ENDEREÇO CLARISSE ESTÁ TRANCADA NO SEU QUARTO COM SEUS DISCOS E SEUS LIVROS,SEU CANSAÇO EU SOU UM PÁSSARO ME TRANCAM NA GAIOLA E ESPERAM QUE EU CANTE COMO ANTES EU SOU UM PÁSSARO ME TRANCAM NA GAIOLA MAS UM DIA EU CONSIGO RESISTIR E VOU VOAR PELO CAMINHO MAIS BONITO
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Escrito por Legionário às 14h56
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Pra quem curte Cifras...
| Vinte e Nove |
( Renato Russo )
| Tom: G
Introd.: (G Am D Am D)
G C D
Perdi vinte em vinte nove amizades
G Am D
Por conta de uma pedra em minhas mãos
G Am
Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes
G F Em C
Estou aprendendo a viver sem você
G/B Am D
Já que você não me quer mais
G C D
Passei vinte e nove meses num navio
G Am D
E vinte e nove dias na prisão
G/B Am
E aos vinte e nove, com retorno de saturno
G F Em
Decidi começar a viver
C G/B
Quando você deixou de me amar
Am
Aprendi a perdoar e a pedir perdão
D G Introd.
E a pedir perdão
G Am
E vinte nove anjos me saudaram
D C G
E tive vinte nove amigos outra vez
Escrito por Legionário às 14h43
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